Gradativamente, cai a conspiração em favor do pânico do Covid-19

Glenn Greenwald, dono do The Intercept Brasil, acusava o presidente Jair Bolsonaro de “ignorar” a previsão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) de que 5.571 brasileiros morreriam por Covid-19 até 6 de abril.

De acordo com o Intercept (veja aqui), “mesmo informado sobre quantas pessoas podem morrer, Bolsonaro segue fazendo pouco caso da emergência”.

O Intercept disse que teve acesso aos dados Abin que eram classificados como sigilosos e foram enviados a agentes de governos estaduais.

Felizmente, hoje, 6 de abril, o Brasil não tem nem 500 mortes pelo vírus chinês. Os números atualizados ontem pelo Ministério da Saúde, contabilizam apenas 486 “supostas” vítimas fatais da doença no país.

Aliás, cadê aquele especialista que fez a previsão de 1 milhão de mortos? Tudo bem que ele disse que seria até agosto, mas como estamos em abril, são necessários 250.000 mortes por mês.

O que falta no Brasil é uma lei penal que estabeleça que PASSA A SER CRIME disseminar pânico perante a população ou a opinião pública, punível com reclusão de 3 a 5 anos, por exemplo.

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